Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008
Por cá e por lá, felizmente as coisas a mudarem

Em Portugal

Em Portugal a nova "lei do trabalho" procura trazer maior flexibilidade que permita não só maior competitividade das empresas portuguesas mas também aumentar a capacidade de atrair investimento estrangeiro.

 

Felizmente uma sondagem apresentada pelo Correio da Manhã mostra que "... De acordo com uma sondagem da Aximage, 52,2 por cento os portugueses dá o seu ‘sim’ à adaptação dos horários de trabalho às necessidades das empresas."

 

As mentalidades estão a mudar.

 

Na Sérvia

Na Sérvia os ultranacionalistas que representam o pior dos nacionalismos e extremismos europeus foram derrotados. Com efeito o partido de Tadic e aliados deverão conquistar 39 por cento dos votos contra 28,9 por cento dos nacionalistas de Tomislav Nikolic.

 

Ganhou o ideal pró-europeu e menos beligerante em relação ao problema do Kosovo, o que só pode ser bom para a Europa embora cause muitos engulhos na extrema-direita europeia.



publicado por HomoEconomicus às 11:45
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007
Também temos com que nos orgulhar
Independentemente de quem estava no Governo, Portugal só pode estar orgulhoso com a Presidência da UE que fez neste semestre. Basta ler os comentários internacionais.

E tudo o que nela foi tratado irá ter um impacto positivo sobre a Europa em geral e Portugal em particular muito maior que muita da política do dia-a-dia a que costumamos assistir.

Sim, já sei, a extrema-esquerda e extrema-direita que ideológicamente nos queriam fora da UE não ficam assim tão contentes. Mas o descontentamento das extremas só pode ser uma boa notícia para todos os portugueses. Garanto-vos.

"Correspondentes em Bruxelas dão nota positiva a Lisboa
Correspondentes da imprensa internacional, em Bruxelas, fazem uma apreciação muito positiva da presidência portuguesa da UE, salientando os sucessos da adopção do Tratado de Lisboa, a Cimeira UE-África e a aprovação do projecto Galileo.

Ouvidos pela Lusa, os jornalistas do Le Monde e do Les Echo (França), Reuters (Reino Unido), Corriere della Sera (Itália), Finantial Times Deutschland (Alemanha) e Expansión (Espanha) consideraram que «mais uma vez ficou provado» que as presidências europeias dos países de pequena ou média dimensão são mais eficazes do que as dos «grandes».

Ramon Lavin, do Expansión, afirmou que «são sempre os países de pequena e média dimensão, como Portugal, que fazem as coisas avançar», porque colocam mais «entusiasmo» na condução dos 27.

Jacques Docquiert, do Les Echos, também considerou que os países da dimensão de Portugal «fazem as melhores presidências» face aos «grandes» que têm interesses em várias matérias e que levam os restantes Estados-membros a desconfiar das suas verdadeiras intenções.

O acordo e a assinatura do Tratado de Lisboa foi, para todos eles, o ponto alto da presidência portuguesa, apesar de a maior parte do trabalho político ter sido resolvido pela anterior, da Alemanha.

Paul Taylor, da Reuters, é da opinião que Lisboa «manobrou muito bem, evitando e resolvendo» os problemas que a Polónia e o Reino Unido criaram aquando do debate técnico sobre a redacção do novo Tratado.

Uma opinião partilhada por Ivo Caizzi, do Corriere Della Será, que não poupou elogios à forma como Lisboa solucionou «muitos problemas nada fáceis» colocados por aqueles dois países.

Mas se o Tratado de Lisboa foi o grande feito dos portugueses, vários correspondentes também realçam a resolução de outros «dossiers» importantes, nalguns casos bloqueados há vários anos, dando como exemplo o acordo sobre o financiamento do Sistema Galileo de navegação por satélite ou a finalização do «Pacote IVA» para o comércio electrónico.

A organização da Cimeira UE-África também mereceu nota positiva, tendo Portugal organizado essa mega-reunião depois de vários anos em que outros países o tentaram sem conseguir, segundo Paul Taylor.

A cimeira, com chefes de Estado ou de Governo de 80 países, decorreu de «forma credível», apesar de o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, a ter boicotado por causa do diferendo que Londres tem com o presidente Robert Mugabe, do Zimbabué.

Ramon Lavin também realçou o «sucesso» da Cimeira UE-África, que, segundo ele, ficou marcada pelas críticas dos africanos aos novos acordos de parceria estratégica, os quais, «no entanto, acabaram por assinar logo no dia a seguir à reunião».

Wolfgang, do Finantial Times Deutschland, considerou que a cimeira foi bem organizada por Lisboa, que, «desde o início, não teve medo da controvérsia» pela discussão de temas difíceis, como o respeito pelos direitos humanos ou a boa governação.

Uma «boa prestação» portuguesa também na condução do delicado problema do Kosovo, onde Lisboa conseguiu manter a «unidade e mesmo a convergência» dos 27, apesar da questão não estar ainda resolvida, segundo Philippe Ricard, do Le Monde.

A organização «sem falhas» de dezenas de reuniões realizadas em todo o território de Portugal também mereceu o elogio dos correspondentes habituados a viagens de trabalho em todos os Estados-membros.

Wolfgang Proissl propôs mesmo, em jeito de brincadeira, que Portugal tenha sempre a sua presidência durante o Inverno, uma forma de os correspondentes em Bruxelas beneficiarem do bom tempo que o país tem.

Portugal assumiu a presidência rotativa semestral da UE pela terceira vez desde que aderiu à então chamada CEE, em 1986."

in Diário Digital / Lusa, 18-12-2007



publicado por HomoEconomicus às 21:47
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007
Desemprego em Portugal
O desemprego em Portugal cresce.

Por muito lamentável que seja estamos simplesmente a passar pelo período de transição e reajustamento para novas áreas de actividade numa economia diferente, situação que a Espanha passou há alguns anos quando o seu desemprego atingiu perto de 20%.

Por aqui é a passagem de indústrias tradicionais de mão-de-obra barata e pouco qualificada para actividades que necessitam de menos mão-de-obra e mais qualificada, colocando em dificuldades o primeiro tipo de trabalhadores.

É uma situação complicada mas difícil de resolver no curto prazo dado que a qualificação do nosso mercado de trabalho levará vários anos a subir de forma a adaptar-se a novas actividades que necessitam de mais qualificações.

A situação do desemprego é "ajudada" por um crescimento económico fraco que dificulta a criação de emprego.

E como se sabe a relativa rigidez do nosso mercado de trabalho nestas situações leva que menos empresas arrisquem a criar empregos ou criam empregos precários dada a instabilidade do crescimento económico e consequentemente do seu sucesso no mercado.



publicado por HomoEconomicus às 20:15
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Terça-feira, 24 de Julho de 2007
Será que ouvi bem ?
O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, queixou-se na TV :

"... da ideia peregrina de se despedir por incompetência ou inaptidão" ...

Mas ...

Não é a incompetência e inaptidão no posto de trabalho que levam à baixa produtividade ?

Não é a baixa produtividade que leva a baixos salários e a um país na cauda da Europa ?


Palavras para quê ?

É um Partido Comunista Português ...


publicado por HomoEconomicus às 20:53
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007
Para que a culpa não morra solteira, ou seja só dos outros
Por vezes os nossos empresários fazem grandes eventos culpando o Estado práticamente por tudo o que de mau acontece no país em termos sócio-económicos.

Mas a culpa não é só do Estado óbviamente.

E os portugueses são dos trabalhadores mais produtivos do mundo quando não são influenciados por sindicatos dogmáticos e são liderados por gestores competentes.

Claro que existem em Portugal muitos gestores competentes, principalmente das gerações mais novas.

Mas ainda é mais claro que existem em Portugal gestores incompetentes, mesmo muito incompetentes.

Tal deve-se a uma mistura de falta de habilitações académicas, competência profissional limitada à "intuição" sem querer sequer procurarem melhorar com formação e "gestão", se é que se pode chamar gestão, limitada a sacar o máximo da "SUA" (eles muitas vezes são os patrões) chafarica para haver dinheiro para carros de topo de gama e vida de pato bravo.

É este tipo de "gestor" ou de "empresário" como gostam de chamar-se, que deve desaparecer do país ou ir de braço dado com certos "sindicalistas" pregar a sua sapiência para outra freguesia.

Quando ao que deu origem a este "discurso", basta ler ...


"Gestores portugueses entre os piores, diz estudo

Portugal está no grupo de países com piores gestores, diz o Diário Económico esta segunda-feira citando um estudo realizado pela Mckinsey junto de quatro mil empresas, nos EUA, Ásia e Europa.

As empresas nacionais ficam sempre nos últimos lugares das tabelas classificativas quando comparada a qualidade da gestão entre empresas multinacionais e empresas domésticas, Portugal é dos que apresenta uma maior divergência. Este estudo, adianta o jornal, «ajuda a justificar a fraca competitividade da economia nacional e as dificuldades de crescimento verificadas nos últimos anos».

As perspectivas de crescimento em torno dos 2,5% estão muito longe dos restantes parceiros comunitários, lembra Vítor Gonçalves, docente e vice-reitor do ISEG acrescentando que para dar o salto seria necessário “aumentar o nível de vendas das empresas nacionais no mercado externo” e isso só será possível, nomeadamente, com melhores níveis de gestão.

Mas as perspectivas não são animadoras de acordo com os dados avançados pelo estudo da Mckinsey, que permite concluir que Portugal está em antepenúltimo lugar em termos de qualidade de gestão das empresas nacionais (contra o quinto lugar nas multinacionais), quando comparado com o universo de países em estudo: EUA, Índia, Itália, Alemanha, Reino Unido, Suécia, Polónia, França e Grécia."
In Dinheiro Digital-16/7/07


publicado por HomoEconomicus às 18:41
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2007
Os descobrimentos e a globalização
Saiu mais um livro sobre o papel de Portugal como iniciador da globalização com os Descobrimentos.

Sim, Portugal iniciou os descobrimentos não para fazer "exploração científica" para alguma "Revista Nacional de Geografia" que existisse no séc. XV mas para conquistar terras, captar recursos e fazer comércio, numa perspectiva do que agora chamamos de globalização.

E se para aqueles extremistas para os quais os Descobrimentos foram pouco mais que aventuras "capitalistas, exploradoras e racistas", ser anti-globalização apesar de irracional é coerente, estranha-se que aqueles que vangloriam Portugal e a sua História e nomeadamente os Descobrimentos, sejam agora incoerentemente contra o objectivo dos Descobrimentos, a Globalização.

Mas coerência e racionalidade normalmente nunca se deram bem com dogmas.


publicado por HomoEconomicus às 08:48
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Sexta-feira, 22 de Junho de 2007
Dois mitos que convém desmontar, mais o lirismo no TGV
Existem dois mitos que são defendidos respectivamente pela esquerda comunista ou extrema-esquerda e pela estrema-direita.

Estamos a falar do "bloqueio americano" a Cuba e da "insegurança" em Portugal.

Cuba
Como muitos já sabem o "bloqueio americano" a Cuba tem servido mais os cubanos e seus "companheiros de luta" do que própriamente os americanos.

No fundo dá ao regime ditatorial cubano o que quer, um "inimigo", e serve sempre de desculpa do estado miserável do país para todos os defensores do regime cubano.

Já sei, é idiota os esquerdistas anti-globalização serem contra o bloqueio americano, que no fundo é uma política "anti-globalização" dirigida pelos americanos aos cubanos. Mas daqueles que são anti-globalização não se esperem nunca ideias brilhantes.

Sobre o "bloqueio americano" convém no entanto saber que :

. O bloqueio americano é "americano". Muitas empresas de outros países, incluindo Portugal, têm feito os negócios possíveis com Cuba. Possíveis porque o regime económico cubano não permite  muito.

. Mas mesmo assim, como veio recentemente na imprensa internacional, muitas empresas americanas (USA) ou estados americanos estão já a exportar ou a negociar exportações para Cuba:

- Uma delegação de Mississipi foi a Havana para negociar a exportação do chamado peixe-gato, um tipo de peixe muito apreciado em Cuba;

-  Estados como o do Arkansas exportam arroz e querem exportar mais substituindo o Vietnam como principal fornecedor;

- Um terço das importações cubanas de galináceos vem de Alabama, de onde também vêm importações de algodão e da chamada "snack food";

- Uma delegação cubana vai negociar com o estado do Dakota do Norte a importação de batata americana para posteriormente revigorar-se a produção de batata de Cuba

E muito mais existe que não aparece todos os dias na comunicação social.

O culpado da situação cubana  é apenas um, o regime ditatorial cubano.

O resto é conversa dogmática. Desculpas.

Mas bastava ver como estavam os "maravilhosos" países de Leste quando o Muro de Berlim caíu. Até a "potente" Alemanha de Leste era pouco mais que propaganda.


"Insegurança" em Portugal
A "insegurança" em Portugal tem sido tema da extrema-direita, servindo de desculpa para o discurso racista e xenófobo anti-imigração do costume.

Se em França bastou a Sarkozy falar um pouco "mais grosso" para fazer desaparecer políticamente a Frente Nacional de extrema-direita, a qual poucas ideias tinha para além do discurso sobre "insegurança e imigração", cá em Portugal os camaradas da mesma ideologia ainda não perceberam isso e continuam a clamar a "insegurança" em Portugal.

E infelizmente muitos portugueses tem a ideia de que somos um país "inseguro".

Isto quando TODOS os estudos internacionais colocam Portugal e a capital, Lisboa, como dos locais mais seguros da Europa ou do mundo, conforme a área abrangida pelos estudos.

Recentemente a Economist Intelligence Unit analisou 121 países tendo em Portugal ficado em 9º no seu Global Peace Index.

Temos à nossa frente os vários países nórdicos mais a Nova Zelandia, Irlanda, Japão e Canadá.

Claro que esta, como outras boas notícias sobre o nosso país, raramente são salientadas na Comunicação Social que prefere anunciar as mais populares desgraças deste país e do mundo.

Em ambos os mitos, a informação vence a ignorância. Para que a ignorância não seja desculpa para a estupidez.

Financiamento do TGV
Parece que o BE no seu dogma de que se fosse possível todo o país era Estado, sem iniciativa privada "capitalista" (partilhado com o PCP e em boa parte com o PNR), quer que seja o Estado a financiar os vários milhares de milhões de euros a investir no TGV...

Ou seja, seriam os impostos dos portugueses a pagar um TGV "público", o que faria disparar a Dívida Pública que terá que ser paga, claro.

Lirismo dogmático, nada mais.

Isto quando mesmo o método de financiamento apresentado pelo Governo, similar ao das SCUTS, deve ser analisado em profundidade para evitar daqui a uns anos responsabiidades financeiras incomportáveis para o Estado.

Os privados se querem participar em grandes projectos como a Ota e o TGV têm que estar prontos a partilhar receitas E custos.

Porque se a participação é baseada em recolha de lucros e se houver prejuízos o Estado que os pague, até eu quero participar no "negócio".


publicado por HomoEconomicus às 18:13
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007
Os espanhóis querem-nos...
Quando por cá alguns são contra a imigração, os espanhóis querem-nos ...

E veja-se desde 1998 como estão Portugal e a Espanha. Estamos a falar de um fenómeno que não é de direita nem esquerda dado que é comum aos dois últimos governos em Espanha.

E lá os gestores referem o óbvio. Certo tipo de empregos os espanhóis já não os querem pelo que a imigração é útil ... e a taxa de desemprego tem vindo a cair.

Basta ler na BusinessWeek :

"Over the past decade, the traditionally homogeneous country has become a sort of open-door laboratory on immigration. Spain has absorbed more than 3 million foreigners from places as diverse as Romania, Morocco, and South America. More than 11% of the country's 44 million residents are now foreign-born, one of the highest proportions in Europe. With hundreds of thousands more arriving each year, Spain could soon reach the U.S. rate of 12.9%. And it doesn't seem to have hurt much. Spain is Europe's best-performing major economy, with growth averaging 3.1% over the past five years. Since 2002, the country has created half the new jobs in the euro zone. Unemployment has plummeted from more than 20% in the 1990s to 8.6%, within shooting distance of the 7.2% euro zone average. The government attributes more than half this stellar performance to immigration."

Artigo completo : http://www.businessweek.com/magazine/content/07_21/b4035066.htm


publicado por HomoEconomicus às 18:30
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Terça-feira, 17 de Abril de 2007
O algodão não engana
Por muito que muitos reclamem e barafustem, incluindos ambos os gémeos desavindos (apresentados mais à frente) a Economist, revista conhecida pela sua qualidade de análise, explica os problemas do nosso país na edição de 12 de Abril.

Basta ler ... num artigo em que chamam a Portugal "O novo homem doente da Europa".

"...Portugal has suffered more than Spain from higher oil prices. Its unit labour costs have risen sharply, whereas Germany's have fallen. Until recently, it has suffered a big drop in demand in its main export markets, especially Germany. Spain's economy has been buoyed by a construction boom fuelled by rising immigration. Renewed political instability has also taken a toll: on average governments in Lisbon have lasted just two years since the return of democracy in 1974.


But the biggest difference is that Spain reformed its public sector and disciplined its public finances before joining the euro, not afterwards. When interest rates fell and released a surge of growth in the late 1990s, Portugal responded with an expansionary fiscal policy instead of taming its deficit. This was Portugal's big missed opportunity: one that Mr Sócrates is now seeking, belatedly, to remedy."

"
in Economist

http://www.economist.com/world/europe/displaystory.cfm?story_id=9009032

e os gémeos desavindos

Sendo aqui defendida a tese de que a extrema-esquerda e extrema-direita são gémeos desavindos, com objectivos semelhantes e estratégias diferenciadoras para atrair os seus clientes como autênticos profissionais do marketing, basta ler no jornal o Público um extracto de uma letra de uma "canção" daquelas muito do agrado da extrema-direita.

“a um povo que se quer unir para combater o sionismo, um povo que se quer juntar ao
socialismo nacional”, apelando à luta pela Europa, à reunião da “tua cultura e da tua raça”"

Tirando o folclorismo e tentativa diferenciadora da "raça" e similares, no fundo extrema-esquerda e extrema-direita lutam pela mesma ditadura socialista ou naciona-socialista (nazi) ... Como até Hitler e Estaline nos ensinaram no século passado.


publicado por HomoEconomicus às 22:33
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