Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Quarta-feira, 23 de Maio de 2007
Medo da avaliação e problema da falta de educação
Duas situações deram-se recentemente no nosso país que acabam por estar ligadas por terem algo em comum : professores.

Medo da avaliação
Os protestos dos sindicatos dos professores (como é de esperar) contra avaliações dos alunos com medo que isso signifique que, com base nos resultados, os professores também sejam avaliados.

E se o forem ? Qual o medo dado que para progressão na carreira todos os professores se consideram entre o "muito bom" e o "excelente" ?

Ou será que culpar os alunos, pais dos alunos, sociedade, país, etc. sobre as desgraças que costumam vir em termos de avaliações já não engana ninguém, prejudicando mesmo os excelentes professores que têm VERDADEIROS problemas ?

E é de espantar ouvir uma professora de matemática vir com a treta do costume e que tão maus resultados tem dado ao longo dos anos, sobre "mambo-jambo" pedagógico que coitadinhas das crianças, esforçar é mau, avaliar é mau (ainda mais porque  põe a nu  a qualidade dos docentes), etc., etc. Isto quando o presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática vem afirmar taxativamente que os problemas com a matemática têm a ver com a a falta de trabalho, aplicação de métodos "pedagógicamente doces" e inconsequentes, e falta de avaliação dos alunos, com a conivência "pedagógica" dos professores alguns dos quais nem capacidade demonstram  para dar a disciplina.


Problema da falta de educação
Foi levantado um processo disciplinar a um professor da DREN dado que andava por aí a utilizar fraseologia menos própria. Diz-se que o senhor afirmou coisas do género "diplomas por fax", que até podem cair no "anedotário nacional" gostem uns, desgostem outros. Nesse caso será talvez excesso de zelo um processo disciplinar.

Confirmando-se afirmações do estilo "estamos numa república das bananas governados por um filho da p***", já a coisa pia mais fino. Se os professores já nos brindaram com frases do género "Ministra filha da p***" nas suas manifestações, tal não significa que isso seja a "liberdade de criticar". Apenas significa incapacidade para educar e falta de educação, pelo que em primeiro lugar devemos ter pena deles, coitados.

Quando tal se dirige a um Chefe do Governo seja ele qual for, tal como quando fosse dirigido a um Director-Geral no sector privado, deve-se esperar as consequências. Portugal não é uma república das bananas onde reine a impunidade e anarquia.

Aqueles coitados que têm a lata de vir dizer que o processo disciplinar é um atentado à liberdade de expressão, liberdade de crítica, etc. apenas posso dizer o seguinte, seguindo o seu pensamento de "liberdade de criticar" e em termos de "crítica construtiva" :

"Meus filhos da p***, incompetentes de m****, cab* do ****, ="#$%&, &/"*=&%$, ... vejam se criam vergonha na cara e pedem às vossas mãezinhas para vos educarem".

E deixem-se de justificações de m*** que só podem vir de %&$ #&!#&?%.

Isto numa "crítica construtiva", claro...

E perfeitamente aceitável não é ?








publicado por HomoEconomicus às 17:04
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1 comentário:
De vitor silva a 4 de Junho de 2007 às 20:31
luxo de comentários.viva net


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