Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Segunda-feira, 16 de Abril de 2007
Políticas...
ADSE

Ante referência do ministro da saúde a uma possível privatização da ADSE tal como foi feito em Espanha com bons resultados para os utentes (que é o que interessa), logo indignações ideológicamente dogmáticas apareceram por aqui e por ali.

Daqueles para os quais o que interessa é mais Estado, mais funcionários públicos, mais despesa e se estão nas tintas para saber se privatizando a ADSE o serviço não seria o mesmo com menores custos ou mesmo superior mantendo os mesmos custos, beneficiando de qualquer forma os utentes.

O que interessa aos ideólogos é o dogma, nada mais.

REFERENDO
Cavaco Silva veio dizer o que todos sabemos. Foi estupidez "prometer" um referendo sobre o Tratado Constitucional da União Europeia quando está mais que provado pelos vários referendos que os portugueses se estão nas tintas para os mesmos e elegem os seus representantes na Assembleia da República para eles resolverem os problemas e não os devolverem através de referendos.

Ainda mais neste país onde veio a "moda" que qualquer que seja a percentagem de votos no referendo, o resultado é o "sentir político" em vez de pura e simplesmente significar que o referendo não é vinculativo pelo que a AR pode legislar como quiser.

Já nem falando daqueles que consideram referendos com menos de 50% de votantes "vinculativos" ou "não-vinculativos" conforme o resultado.

Porque com a "moda", todos os grupelhos "do contra" se quiserem paralizar decisões basta invocarem um referendo sabendo que o facilitismo que está por detrás do apenas "ser do contra" com um bocado de sorte levará a parar decisões sem mostrar alternativa, como ficou provado com o referendo sobre a IGV de 1998.

UI
Em política fica mais uma vez demonstrado que o ser e o parecer são igualmente importantes, ainda mais para um primeiro-ministro que deve ser cauteloso nesse aspecto.

Mas sinceramente, será que o centro-direita quererá Marques Mendes em vez de Sócrates como Primeiro-Ministro ?

NUCLEAR
Sobre a energia nuclear não devem existir dogmas ou tabus. Se for atraente em termos de custo/benefício deve avançar para diminuir as nossas emissões de CO2 e parte da dependência do petróleo. Porque as energias "verdes" não darão para tudo.

PRESIDÊNCIA DA UE E MANIFESTAÇÕES
Começam já a pulular as organizações sindicais e outras para as quais Portugal ou o prestígio do país estão e sempre estarão em último lugar e que vêm a nossa presidência da UE como forma de chantagear o Governo e sacar o máximo do que no fundo é o dinheiro dos portugueses cobrado através dos impostos.
Uma vergonha.


publicado por HomoEconomicus às 10:56
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