Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008
Saúde
Saiu Correia de Campos, entrou Ana Jorge

Mas a reforma em curso deve continuar e felizmente parece que a nova ministra a apoia.

Primeiro, porque foi planeada por profissionais competentes do sector da Saúde, estando o Governo a implementá-la. Aí Correia de Campos foi em termos políticos e de comunicação menos competente.

Segundo porque acaba com a palhaçada das falsas urgências e similares a cada porta, sem eficácia nenhuma no auxílio aos casos mais graves e um sorvedor de dinheiro dos portugueses tendo em conta o número de atendimentos e as horas extraordinárias pagas a quem pouco tinha que fazer.

Pode-se dizer, até a Ordem dos Médicos está contra. Lembrar que estas medidas cortam na "boa vida" de muitos médicos que na rede de saúde antiga e nestas situações recebiam muito não tendo muito que fazer. Por outro lado a Ordem em geral mas o seu máximo dirigente em particular não perdoam a instalação de sistemas de controle de presença biométricos que estão a demonstrar a balda que era em horários e pagamento de horas extraordinárias aos médicos nos hospitais e centros de saúde, e por outro lado é um derrotado no referendo à interrupção voluntária da gravidez e nunca conseguiu lidar com a derrota.

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publicado por HomoEconomicus às 11:35
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Domingo, 27 de Janeiro de 2008
O seguro de vida de Sócrates
Sócrates e o seu Governo têm sorte de terem a oposição que têm.

Quando um dirigente do partido de alternativa vem dizer :

"Sábado à noite, em Castro Marim, o líder do PSD/Algarve, Mendes Bota, comparou a ASAE à PIDE, acusando aquele organismo de perseguir os cidadãos.

«Salazar tinha a PIDE, agora temos uma ASAE, uma polícia que persegue os cidadãos e uma máquina fiscal que persegue as pequenas e médias empresas», afirmou."

. Está a dizer que a lei não é para cumprir;
. Está a dizer que as empresas por serem PMEs, não devem ser apanhadas se fugirem ao fisco. Já agora, que ninguém seja perseguido. Dessa forma os cumpridores pagam mais impostos para compensar os faltosos.

O português no seu pior. Sempre protestamos porque ninguém cumpre a lei. Se começa a fazer-se para que as leis se cumpram, atacamos as autoridades, coitadinhos dos "perseguidos", que na prática são aqueles que cometem ilegalidades.

Muito português e muito idiota.


publicado por HomoEconomicus às 22:42
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008
O nacional-porreirismo
Os portugueses sempre foram uns grandes adeptos do nacional-porreirismo. Protestamos pela "balda" do país, que ninguém cumpre a lei, que ninguém é responsável, mas mal são tomadas medidas para evitar essas situações, somos logo contra quem quer colocar alguma ordem nas coisas ou exigir responsabilidades. Basta ver dois casos dos muitos que por aí há :

ASAE
Veio por ordem no regabofe português contra o qual todos protestavam. Agora são criticados por ser muito "duros" e outras asneiradas do género ao ficarmos com pena dos "coitadinhos" que são, e bem, apanhados nas malhas da lei. Até o partido "da lei e ordem", o CDS-PP agora é contra a ASAE.

É deixá-los pousar e esperar que não volte na área de intervenção da ASAE o "nacional-porreirismo".

Exames para professores
Basta ler o que veio hoje no Correio da Manhã:
"Para Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, “todo o estatuto de carreira docente está construído para que o ministério veja num grupo de professores os carrascos dos outros docentes. Em 90 minutos, num qualquer azar, o jovem é eliminado”, diz o sindicalista, sublinhando que quem sai da faculdade é já sujeito a quatro obstáculos: “A avaliação da formação científica, no estágio profissional, como contratados e quando entram para os quadros e, passadas estas três etapas, quando estão sujeitos a um período probatório.” A nova prova traz “a certeza de que milhares de jovens são eliminados”.

Bem vindos ao mundo real.

No mundo real os alunos a vários níveis têm exames em que "com azar", chumbam. Talvez por isso muitos dos professores do primário secundário sejam contra exames ou avaliações similares que demonstrem que o rei vai nu. Mas existem também provas para candidaturas a pós-licenciaturas, à entrada em empresas,  etc., etc., etc. E em que todos podem ter "azar" ...

Porque as coisas são simples. O sistema de educação básico e secundário está caótico, é despesista e com resultados entre o medíocre e o mau.

Algo tinha que se mudar.

Muda-se o estatuto da cadeira docente para evitar o insustentável "nós professores somos TODOS excelentes e porreiros, queremos subir na carreira sem chatices, estar o mínimo de tempo nas escolas e reformar cedo"  e a Fenprof protesta. Fez em alguma altura alguma sugestão para mudar o estado insustentável das coisas ? ZERO.

Muda-se o insustentável sistema de gestão das escolas, no mínimo para evitar o modelo colegial e irresponsável que tem sido um falhanço, criando entre outras coisas um director de escola que é responsável pelo que acontece na mesma, a Fenprof protesta. Fez em alguma altura alguma sugestão para mudar o estado insustentável das coisas ? ZERO.

E agora os exames, para evitar que continue como até agora em que qualquer um com uma licenciatura e pouco mais se arvorava professor com os resultados que conhecemos. Alguns estudos provaram que alguns professores não só davam mal a matéria como a conheciam mal e nem sabiam fazer os exames nacionais (isto na área de matemática). A Fenprof protesta. Fez em alguma altura alguma sugestão para mudar o estado insustentável das coisas ? ZERO.

As mudanças estão a ser feitas. Para melhor, pior, logo se verá. Mas mesmo agora surge alguma sugestão dos sindicatos para melhoria do sistema educativo ? ZERO. As negociações cingem-se aos sindicalistas "exigirem" que nada mude, que os "direitos" se mantenham. Os "direitos" que apenas levaram à péssima situação do ensino português.











publicado por HomoEconomicus às 19:33
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008
E viva a "Revolucion"
A Venezuela começa a dar passos largos rumo ao socialismo e a uma sociedade socialista.

Começa pela falta de bens alimentares ... e o resto virá naturalmente. Nem com petróleo...

"Leite, farinha, arroz e frango «desapareceram»

2008/01/20
Venezuela: problemas de abastecimento alimentar intensificaram-se
 

Os problemas de abastecimento alimentar intensificaram-se nas últimas semanas, com o desaparecimento das prateleiras dos supermercados de produtos como o leite, queijos, ovos, açúcar, farinha de trigo, frango e ovos, entre outros, noticia a Lusa.

A agravar a situação, quando alguns destes produtos reaparecem momentaneamente, os preços de venda são superiores aos fixados pelo Governo, nalguns casos são 40 por cento mais altos que em Dezembro de 2007, altura em que a inflação acumulada, segundo o Banco Central da Venezuela, atingiu os 22,5 por cento."

in portugaldiario.iol.pt


publicado por HomoEconomicus às 23:34
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008
Boas notícias, más notícias e ironias do destino
Tivemos ultimamente vários tipos de novidades por este país ...

As boas notícias vêm da nova lei eleitoral autárquica. Quem vencer para uma Câmara forma "governo" com pelo menos a maioria dos vereadores. Desta forma não haverá desculpas sobre quem foi causador dos problemas da autarquia. Actualmente era como ter num Governo ministros do PS, PSD, PCP, CDS, BE o que faria que com a confusão todos se podiam tirar de responsabilidades, incluindo o primeiro ministro.

As más notícias vêm do aparente recuo da lei anti-tabaco em relação as discotecas. É uma asneira política e o princípio de todas as cedências... Guterres começou a cair quando recuou numa legislação do alcool no trânsito mais rigorosa.

As ironias vêm de que os pequenos partidos em risco de extinção poderão ser salvos pelos partidos que eles mais odeiam, os partidos "do sistema", PS e PSD. Se coitados, pode-se dar a mão temporáriamente, deve legislar-se de forma a que deixem de ser partidos com todas as benesses pagas com o nosso dinheiro e passem a movimentos a partidos que em 2 legislativas seguidas tenham abaixo de x% de votos.


publicado por HomoEconomicus às 16:48
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008
Só neste país ...
Só neste país ...

Um administrador bancário além de ser justa ou injustamente acusado de ser "boy" opta, e aparentemente pode fazê-lo, por ir para a administração de um banco privado mantendo o vínculo ao banco público de onde veio, que até é concorrente do primeiro.
É por estas e por outras que depois surgem os pântanos ou as surpresas eleitorais.

Viciados em nicotina gastam páginas de jornais a defender o seu "direito"  a  encher de fumo locais onde estão não-fumadores e também a assassiná-los (1/3 dos cancros de pulmão são de fumadores passivos).
Entre as várias "peças" que mostraram que são menos inteligentes e mais dependentes do que se poderia pensar está o "célebre" Miguel Sousa Tavares que vem falar de fascismos e parvoíces do género para procurar impor o seu fumo "intelectual" aos outros.

E já nem sou só eu que penso assim...

"Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina. Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz "lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi". Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose. Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto."
João Miguel Tavares in DN 150108


publicado por HomoEconomicus às 16:33
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008
Saúde, Aeroporto e Referendo...
Saúde
Que acontecia ao nosso sistema de saúde se todos os médicos e enfermeiras estrangeiros que cá trabalham se fossem embora ? Ficava num lindo sarilho ...

Entretanto o actual Bastonário da Ordem dos Médicos afirma ao Destak sobre as vagas em Medicina :
"... As vagas actuais respondem largamente às necessidades e à carência relativa dos últimos anos pelo que em caso algum devem ser aumentadas".

De relembrar que a "carência relativa" é culpa da Ordem dos Médicos que SEMPRE bloqueou ou procurou bloquear qualquer alargamento do número de Faculdades de Medicina e/ou do numerus clausus (número de admissões possível) para as mesmas.

Aeroporto
Habemus Aeroporto!
Que se avance rápidamente para o novo aeroporto de Lisboa, único e não a coexistência de dois aeroportozinhos. Últimos estudos davam a Portela a poder atingir o esgotamento em 2010 ...

Referendo sobre o Tratado Europeu
Para lá de opiniões de carácter meramente político e similar, continuam as opiniões mais factuais sobre o referendo ao Tratado.

in Oje, Jaime Antunes

"... Fazer agora um referendo para ratificar o Tratado de Lisboa não tem qualquer sentido na medida em que este Tratado não transfere mais soberania do que os anteriores e, por outro lado, como se constata regularmente nas eleições europeias, os eleitores dificilmente participariam num referendo em que sentem que nada de essencial está em jogo.
Um referendo com uma participação de 25 ou 30% dos eleitores nem seria representativo e antes resultaria numa vergonha europeia para Portugal, justamente o país que liderou o Conselho Europeu que conseguiu o acordo final e a assinatura do Tratado.
O referendo, em vez de discutir o Tratado, seria apenas uma oportunidade para aqueles que são contra a presença de Portugal na União Europeia, mas que não têm coragem
de o assumir, fazerem uma campanha contra a UE, sem apresentarem qualquer alternativa válida."

Quanto ao último parágrafo, como eu disse anteriormente, não se apresenta alternativas válidas porque ...

"Os partidos de extrema-esquerda (PCP/BE) e extrema-direita (PNR) querem referendo para terem tempo de antena e se fosse possível levar ao fim do Tratado dado que nunca quiseram Portugal na UE, sendo tal um sapo vivo que ainda não digeriram. Em termos ideológicos para estes partidos, similares entre eles, se a saída de Portugal da UE levasse ao colapso sócio-económico tal seria um dos passos para o objectivo ideológico que nunca deixaram de ter : implementar uma ditadura, comunista ou nazi, em Portugal."



publicado por HomoEconomicus às 14:42
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Tratado Europeu (de Lisboa)
Foi tomada a melhor medida no que diz respeito à aprovação do Tratado Europeu, a sua ratificação no parlamento.

Dizem alguns que foi mais uma promessa do partido de Governo não cumprida. Pondo de lado a questão do "Constitucional" ou não, que nem é de somenos importância, apenas se pode dizer que com esta promessa "não cumprida" estamos todos bem.

Dizem outros que se "devia dar voz ao povo". Aldrabices. Nenhum referendo em Portugal até agora foi vinculativo, nem aqueles que mais directamente podiam interessar os portugueses como a lei do aborto ou regionalização. Ia-se agora votar um Tratado que poucos conhecem e poucos viriam a conhecer com a campanha demagógica e populista que se previa ?
Os portugueses nos 3 referendos passaram uma mensagem. "Votamos nos partidos, eles que decidam e não nos passem a bola através do referendo".

Depois temos o CDS que já mudou tantas vezes de opinião que deve querer o referendo apenas para ter tempo de antena. Até já reconheceram ser pelo "sim".

Os partidos de extrema-esquerda (PCP/BE) e extrema-direita (PNR) querem referendo para terem tempo de antena e se fosse possível levar ao fim do Tratado dado que nunca quiseram Portugal na UE, sendo tal um sapo vivo que ainda não digeriram. Em termos ideológicos para estes partidos, similares entre eles, se a saída de Portugal da UE levasse ao colapso sócio-económico tal seria um dos passos para o objectivo ideológico que nunca deixaram de ter : implementar uma ditadura, comunista ou nazi, em Portugal.




publicado por HomoEconomicus às 21:28
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
Análise económica do vício do tabaco
No jornal Oje de dia 7 de Janeiro vem um excelente artigo de Horácio Piriquito sobre o problema do tabaco, no fundo juntando argumentos adicionais de racionalidade económica ao óbvio. Que o tabaco não é benéfico.

O autor refere 3 aspectos : financeiro, económico e orçamental

Problema financeiro do fumador
"... o fumador é um problema financeiro. Estimula as importações de tabaco sem qualquer retorno ou compensação social, a economia paga-as através do rendimento do fumador e contabiliza de imediato um desequilíbrio comercial que acaba por ser também um custo para os não fumadores..."

Problema económico do fumador
"... o fumador é um problema económico. Ao canalizar para o tabaco parte do rendimento, desvia receitas de outros sectores económicos fundamentais e de maior valor. Conhecem algum fumador com actividade fisica intensa e regular? Ou seja, todos os negócios relacionados com actividade saudável perdem essa receita e, por isso, aumentam as despesas no sistema de saúde. Numa revista recente uma ex-fumadora dizia que começou a aplicar em livros o dinheiro do tabaco. Boa ideia! Podemos também sugerir um ginásio ou uma bicicleta..."

Problema orçamental do fumador
"... o fumador acaba por ser um triste problema orçamental. A receita fiscal do tabaco não chega para pagar o custo do fumador quando recorre ao sistema publico de saúde. Este é o ponto! O fumador não se pode arrogar negligentemente no direito de fazer o que entender
com a sua saúde. Porque os não fumadores devem sentir-se igualmente no direito de responder que, então, não aceitam que os seus impostos sirvam para pagar os custos de saúde e hospitalares que resultam dessa dependência.
Há muitas doenças irreversíveis que recorrem de forma natural e legítima ao sistema público de saúde e que necessitam de recursos. Grave é, numa perspectiva social e orçamental, o desvio dessas verbas para os fumadores. Um drogado em tabaco obriga o sistema público de saúde a canalizar recursos para suportar as suas crises tabagistas e internamentos hospitalares, que podem durar muito tempo. E os recursos públicos de saúde, pagos por todos, têm de ser optimizados e preferencialmente canalizados para as doenças incontroláveis e irreversíveis..."

O autor vai mais longe ...

"... Não basta proibir o acto de fumar. Esta é apenas metade do caminho. O fumador tem de ser responsabilizado, registado e “fichado”. Deveria ter um seguro de saúde privado e obrigatório por forma a que os nossos recursos públicos não sejam desbastados quando a saúde do fumador necessita de assistência médica e hospitalar.

Se o fumador é um grave problema social e de saúde publica, também é uma questão económica e financeira complicada. Pagar o tabaco e o imposto inerente é muito pouco para os estragos que provocam no Orçamento de Estado e na sobrecarga na estrutura financeira do sistema de saúde.

Os fumadores não podem jamais ter direito à liberdade que pretendem. E é tão simples quanto isto: porque os não fumadores não permitem."

QED


publicado por HomoEconomicus às 22:01
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Mais doentes do que pensavamos
AS últimas reacções nas páginas dos jornais dos viciados em nicotina e o desespero de causa dos mesmos tem vindo a demonstrar como a dependência nestes personagens é tão forte ou mais que a dependência de alcool ou substâncias como a heroina ou a cocaina.

Ao contrário dos últimos, os viciados em nicotina acham-se no direito de usufruir da sua droga em qualquer lado e em qualquer situação porque senão, coitados, ficam nervosos.

Os últimos artigos de opinião é o desespero de causa que vemos em viciados em heroina ou cocaina a quem é retirada a droga. Mas no caso dos viciados em nicotina apenas se impede que prejudiquem terceiros com a sua dependência, nem se impede de fumar. Mas ele é gritarem "fascistas, eunucos, polícias, etc., etc." numa fraseologia que mete pena.

Os viciados em nicotina acham-se no direito a obrigar terceiros a inspirar o fumo dos seus pulmões sabendo-se que perto de 1/3 dos cancros do pulmão já surgem em fumadores passivos.

E pior que isso é que quando, azar, apanham cancro no pulmão, esperam que seja o Estado ou seja, os bolsos dos portugueses, a pagar o seu tratamento com custos elevados para todos. Nem a verticalidade têm de assumir os custos da sua cura como assumem os custos da sua dependência.

A lei está em vigor. Mais de 80% dos portugueses concordam com a lei. Quem não concorde vá para a China, lá é livre o fumo, é livre matar e suicidar com nicotina. E não ocupem páginas dos jornais nem que seja porque os viciados noutras substâncias também nunca tiveram espaço para defender os seus vícios.


publicado por HomoEconomicus às 09:06
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