Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Quinta-feira, 26 de Julho de 2007
"Silly Season" ou falta de vergonha dos profs ?
As declarações surrealistas multiplicam-se neste país...

Será da "silly season" ? (como normalmente se denomina a época de Verão em que muita gente mostra estar já a necessitar de férias pelas parvoíces que diz)

Ou mera falta de vergonha ?

Basta ler :

"A Federação Nacional da Educação (FNE) acusou hoje o ministério da tutela de apresentar um projecto de avaliação de professores "insatisfatório",


O descontentamento da FNE prende-se com as fichas de avaliação apresentadas esta manhã pelo ministério — que serão conhecidas na totalidade só em Setembro — e que assentarão "em dados meramente estatísticos, tais como os resultados dos alunos, o níveis de assiduidade do professor, entre outros"."

 
Ou seja, os professores são contra serem avaliados com base nos resultados do seu trabalho (resultados dos alunos), mesmo sabendo que os "resultados dos alunos" levam em consideração uma série de factores adicionais atenuantes.

Também discordam e acham "meramente estatístico" serem avaliados com base no "nível de assiduidade", ou seja querem continuar a "baldar-se" às aulas, muitas vezes por causa de "biscates" que fazem por fora, sem que isso tenha influência na sua carreira.

Mas o que é que afinal a FNE quer que seja utilizado na sua avaliação ?

Segundo eles :

(o projecto de avaliação) ""não tem em linha de conta" a diversificação de estratégias dos docentes para melhorarem a aprendizagem dos alunos, o que leva a que o professor fique "dependente de variáveis que lhe são exteriores"."

Quanto às "estratégias", como dizem os anglo-saxões, "bullshit", conversa da treta. Ou então as estratégias TALVEZ não estejam a ser as melhores.

Quanto às "variáveis externas" são muito "internas", resultados obtidos e nível de assiduidade.

Ou é variável externa da qual o professor está "dependente" o facto de ele faltar às aulas ?


Acreditemos que tudo isto seja da "silly season" ... falta de férias.

PS. Sabemos que muitos professores são excelentes profissionais e não se revêm nestes sindicatos. Talvez comece a ser a altura de mostrarem a sua discordância.




publicado por HomoEconomicus às 09:46
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
Será que ouvi bem ? - 2
Será que entramos na era do surrealismo ?

Basta ler no Diário Digital ...

"Festa do Avante: PCP evoca 90 anos da Revolução de Outubro

O PCP vai evocar na «Festa do Avante» deste ano, marcada para os dias 07, 08 e 09 de Setembro, os 90 anos da Revolução de Outubro, assinalando a criação do «primeiro estado proletário do mundo».


Estado proletário ? Alguém acredita que na ex-URSS era o povo, os proletários, "quem mais ordenava" ?


Uma ditadura com base numa nomenclatura dirigente que aplicava o "socialismo real" que resultava como se provou depois da queda do Muro de Berlim, num subdesenvolvimento sócio-económico em que apenas a dita nomenclatura beneficiava dos prazeres da vida ocidental pelo acesso a divisas, bens e serviços com que o "proletariado" nem sonhava.


E o KGB e o Muro de Berlim seriam para evitar que os desgraçados dos ocidentais emigrassem em massa para o paraíso das "ditaduras do proletariado" ?


Estranho que no Muro de Berlim só foram assassinados aqueles que procuravam fugir do paraíso socialista para o decadente ocidente.

 

"O dirigente do PCP Alexandre Araújo referiu-se à revolução de 1917 como «um acontecimento maior da história da humanidade»."


Maior, concerteza, foi um dos grandes acontecimentos da história da humanidade, mas que não deixou boas recordações.


"«Os 90 anos da Revolução de Outubro, a luta dos trabalhadores e dos povos pela paz, a democracia, o progresso e o socialismo» serão também o mote para uma exposição no Espaço Internacional, disse."


Paz  ?
Talvez se esteja a falar  do acordo  feito com Adolf Hitler,  ou mesmo da colocação  nos anos 80 dos misseis nucleares SS-20 apontados à Europa  Ocidental, em nome da "paz". Já nem falando dos planos divulgados de invasão da Europa Ocidental numa "fuga para a frente" caso fosse necessário para a sobrevivência do "socialismo". Isso felizmente que o "traidor" do Gorbachev travou.

Democracia ?
Onde, na URSS ou nos países de Leste onde a Stasi e o KGB entre outros serviam para prender, torturar e assassinar dissidentes ?  Ou nos milhões  de  assassinados por Estaline ? Nas "eleições" ? Mesmo Zita Seabra disse o óbvio. Para o PCP a democracia não era (nem é) muito levada em consideração.

Progresso ?
Viu-se o estado sócio-económico, ambiental, etc. que a queda do Muro de Berlim e tudo o resto que se seguiu revelou sobre o estado da URSS e países de Leste.

Virão alguns dizer que agora aumentaram as "desigualdades sociais".

Aumentam sempre que há liberdade para os que querem singrar na vida o fazerem e obter os frutos disso. Mas a vantagem é que a riqueza adicional do país servirá para caso necessário ajudar os mais necessitados, que mesmo assim na esmagadora maioria das situações estão melhor que no igualitarismo da miséria ou pouco mais do "socialismo real".
No "socialismo real" não só não existe riqueza para distribuir, como a nomenclatura óbviamente não prescindia da sua.

Socialismo ?
OK, chamem-lhe o que quiserem.


Percebe-se que o PCP nunca conseguirá criticar a Revolução de Outubro. Mas devia ser mais comedido nos elogios para não cair no ridículo.

Ou olhar para os "países irmãos" como Cuba, pais que que desculpando-se com o "bloqueio americano" para a miséria em que a ilha está (basta visitar), não morrem à fome graças às cada vez maiores importações de produtos alimentares de um país ... EUA.
E claro, o "bloqueio americano" não é a causa da miséria, nem os cubanos caem nessa embora naturalmente tenham receio de o afirmar.

Ou para a Coreia em que a miséria é absoluta, a fome existe e é parcialmente colmatada pelas ofertas de produtos alimentares da "inimiga" Coreia do Sul e em que  nomenclatura dirigente vive ao melhor nível ocidental e enriquece com o tráfico de armas, tráfico de droga e falsificação de dólares.
Isto quando não querem construir armas nucleares em nome talvez da ... "paz".


Como se diz, entramos na "silly season" ...

 


publicado por HomoEconomicus às 18:14
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A hipocrisia dos anti-IVG APENAS por ser legal
Isto passou-se no Parlamento da Madeira...

O que nos faz pensar se não devemos conceder a independência que eles tanto clamam, poupando com isso largos milhares de milhões de euros aos "cubanos".

Já que não querem cumprir as leis da República Portuguesa, saiam dela.

Tudo isto demonstra a hipocrisia de muitos dos anti-IVG. Uma queca com resultados inesperados dada dentro ou fora do lar não é coisa que não se resolva, fazendo IVG às escondidas. Agora IVG legal é que nunca...

Basta ler .... (in Diário Digital)

"Madeira: «função das mulheres é procriação», diz deputada PSD

O líder do grupo parlamentar do PSD madeirense, Jaime Ramos, garantiu ontem que a Madeira «nunca, nunca, nunca» aplicará a lei da interrupção voluntária da gravidez, numa tomada de posição apoiada pela porta-voz do partido no debate na Assembleia, Rafaela Fernandes, para quem «a função das mulheres é a procriação».


Em declarações reproduzidas na edição desta quarta-feira do jornal Público, a jovem deputada social-democrata recordou ainda que a aplicação da lei no território «não é possível porque não está previsto no Orçamento da Região para 2007».

Acusada pela oposição de utilizar argumentos «retrógrados», de «falsa beatice» e «puritanismo», Rafaela Fernandes voltou a provocar polémica ao acusar os opositores de «passar um atestado de menoridade e de ignorância às mulheres madeirenses que não precisam desta lei para tomar uma decisão destas», pois «quando precisavam de fazer abortos iam lá fora»."

25-07-2007


publicado por HomoEconomicus às 11:52
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Terça-feira, 24 de Julho de 2007
Será que ouvi bem ?
O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, queixou-se na TV :

"... da ideia peregrina de se despedir por incompetência ou inaptidão" ...

Mas ...

Não é a incompetência e inaptidão no posto de trabalho que levam à baixa produtividade ?

Não é a baixa produtividade que leva a baixos salários e a um país na cauda da Europa ?


Palavras para quê ?

É um Partido Comunista Português ...


publicado por HomoEconomicus às 20:53
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Pequenos detalhes
Os governos em Portugal caiem pelos pequenos detalhes.

Este cairá da mesma forma. Não devido ao descontentamento pelas reformas estrututurais ou medidas impopulares mas necessárias.

Mas pelas pequenas coisas ...

. Não saber explicar as medidas;

. Um ministro a dizer aos pescadores para se irem queixar à UE;

. Mais recentemente o evitável espectáculo da apresentação de uma boa medida (TI nas escolas) com a polémica de "alunos" pagos para o show-off;

. Mesmo o recente recuo do ME perante o caso Charrua. A desculpa dada sobre "opiniões ou críticas políticas" ou não ter sido atacado o chefe directo tira credibilidade ao ME.

Faz ter pena daqueles que consideram ser chamados de  filhos da p* como uma coisa natural, mera "opinião". E pena das mães que nunca verão a sua honra defendida pelos filhos e filhas que vêm na consideração de que a sua mãe é uma mulher da vida, uma coisa aceitável.

Quando ouvimos um filho da p* (aqui mera opinião política, aceitável não é ?) sem escrupulos como o Charrua sair inimputável e ainda querer exigir uma "indemnização" que sairia dos nossos impostos...

Será por estes recuos o príncipio do fim do Governo ... e o multiplicar de  "senhores" destes impunemente pelo país.

Quanto às reacções políticas de considerar tudo isto uma situação de "delito de opinião", apenas  mostra a hipocrisia  e falta de princípios dos filhos da p* (na interpretação Charrual) dos nossos políticos.

Mas esperem quando outros em futuros governos forem atingidos, se a reacção será a mesma.


publicado por HomoEconomicus às 20:16
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007
Congonhas (S. Paulo) e Portela (Lisboa)
O que aconteceu em S. Paulo é infelizmente um aviso àqueles que pretendem manter Portela a todo o custo, com maior frequência de voos e todos riscos associados.

Claro que Congonhas está mais rodeado de construção do que Lisboa.

Mas todos  conhecem o trajecto de muitas aterragens, sobre zonas do Hospital Santa Maria, Campo Grande, Av. Roma, Av. Brasil ou Gago Coutinho, sobre a 2ª circular.

Se existirem dificuldades ... basta ler um artigo do Expresso há anos sobre a simulação da queda de um avião entre o Campo Grande e o Aeroporto.

Faz o incêndio do Chiado parecer fogueira de meninos. N vezes maior que o Chiado com centenas ou milhares de mortos, destruição física brutal daquela zona, rotura de canalizações de gás a levarem a incêndios e explosões, etc., etc.

E o levantar dos aviões não é muito diferente como se sabe.

Esperemos que nunca venha a acontecer nada em Lisboa, não quero provar o erro dos defensores da "Portela + 1".

Mas se infelizmente acontecer, pelo menos que as vítimas no avião e em terra fossem constituidas apenas pelos defensores do Portela + 1, para irónicamente verem demonstrado o seu erro.

Mas isso infelizmente também não sucederá...


Fonte : GoogleEarth

Estranha-se também que exista quem considere Lisboa uma cidade falhada. Que basta não ter o aeroporto no seu interior para deixar de ter visitantes, incluindo os chamados "short-breaks".

Que quem quer visitar Lisboa (ou qualquer outra cidade nacional ou europeia), terá tanto interesse em fazê-lo que se o aeroporto ficar a mais 20 minutos, 30 minutos de distância do centro deixa de o fazer.

Argumentos de quem não tem outros argumentos, nada mais.

Não esquecendo que do aeroporto à Baixa pode demorar-se mais tempo que de comboio entre a Ota ou Alcochete até S. Apolónia ou mesmo Rossio.


publicado por HomoEconomicus às 11:35
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007
Para que a culpa não morra solteira, ou seja só dos outros
Por vezes os nossos empresários fazem grandes eventos culpando o Estado práticamente por tudo o que de mau acontece no país em termos sócio-económicos.

Mas a culpa não é só do Estado óbviamente.

E os portugueses são dos trabalhadores mais produtivos do mundo quando não são influenciados por sindicatos dogmáticos e são liderados por gestores competentes.

Claro que existem em Portugal muitos gestores competentes, principalmente das gerações mais novas.

Mas ainda é mais claro que existem em Portugal gestores incompetentes, mesmo muito incompetentes.

Tal deve-se a uma mistura de falta de habilitações académicas, competência profissional limitada à "intuição" sem querer sequer procurarem melhorar com formação e "gestão", se é que se pode chamar gestão, limitada a sacar o máximo da "SUA" (eles muitas vezes são os patrões) chafarica para haver dinheiro para carros de topo de gama e vida de pato bravo.

É este tipo de "gestor" ou de "empresário" como gostam de chamar-se, que deve desaparecer do país ou ir de braço dado com certos "sindicalistas" pregar a sua sapiência para outra freguesia.

Quando ao que deu origem a este "discurso", basta ler ...


"Gestores portugueses entre os piores, diz estudo

Portugal está no grupo de países com piores gestores, diz o Diário Económico esta segunda-feira citando um estudo realizado pela Mckinsey junto de quatro mil empresas, nos EUA, Ásia e Europa.

As empresas nacionais ficam sempre nos últimos lugares das tabelas classificativas quando comparada a qualidade da gestão entre empresas multinacionais e empresas domésticas, Portugal é dos que apresenta uma maior divergência. Este estudo, adianta o jornal, «ajuda a justificar a fraca competitividade da economia nacional e as dificuldades de crescimento verificadas nos últimos anos».

As perspectivas de crescimento em torno dos 2,5% estão muito longe dos restantes parceiros comunitários, lembra Vítor Gonçalves, docente e vice-reitor do ISEG acrescentando que para dar o salto seria necessário “aumentar o nível de vendas das empresas nacionais no mercado externo” e isso só será possível, nomeadamente, com melhores níveis de gestão.

Mas as perspectivas não são animadoras de acordo com os dados avançados pelo estudo da Mckinsey, que permite concluir que Portugal está em antepenúltimo lugar em termos de qualidade de gestão das empresas nacionais (contra o quinto lugar nas multinacionais), quando comparado com o universo de países em estudo: EUA, Índia, Itália, Alemanha, Reino Unido, Suécia, Polónia, França e Grécia."
In Dinheiro Digital-16/7/07


publicado por HomoEconomicus às 18:41
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Domingo, 15 de Julho de 2007
Assassinato por psicopatas da extrema-direita
Foi recentemente assassinado no Campo Grande (Lisboa) um jovem georgiano de 18 anos.

Foram três psicopatas, sim três porque a cobardia é uma das características deste tipo de ataques.

Segundo as autoridades por motivações de ódio de base racista (contra os imigrantes).

Estes psicopatas mataram não para roubar (o que era também criminoso naturalmente), não porque foram agredidos ou ofendidos pelo georgiano, mas porque ele era imigrante e não era português.

Seguiram os "ideais" da extrema-direita e o repetido discurso anti-imigração e racista desta.

Estrema-direita que quer "difundir a mensagem" racista, xenófoba, anti-imigração e espera que psicopatas façam a parte suja, como aconteceu.

Está na altura das autoridades actuarem. Considerarem a "mensagem" racista, xenófoba e anti-imigração não como "política" que nunca o foi mas como de carácter criminoso e psicopata. E actuarem em conformidade.

Quanto aos detidos de crimes deste tipo, aconselho a que sejam detidos nas zonas das prisões onde estejam detidos aqueles que eles odeiam.

Para que os psicopatas tentem ali continuar a cumprir "a mensagem" ... sem estar em superioridade numérica.




 


publicado por HomoEconomicus às 19:34
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Não admira
Numa cidade onde a abstenção costuma ser muito elevada por variados factores, a marcação das eleições para 15 de Julho foi a "cereja no bolo".

Quando as eleições foram marcadas para quinze dias antes alguns "indignaram-se" e quiseram a 15 de Julho.

Os que defenderam 15 de Julho têm agora a lata de se mostrarem admirados pela alta abstenção, como se não a esperassem.

Palavras para quê ?



 


publicado por HomoEconomicus às 19:30
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Sábado, 14 de Julho de 2007
O logro
Cada vez mais portugueses começam a ver o logro do chamado "sindicalismo" português.

Este "barrete" que enfiamos e pagamos dos nossos bolsos tem que acabar.

Querem ser "sindicalistas", a maior parte telecomandados por partidos da extrema-esquerda sejam mas do seu próprio bolso.

Na verdade, os "sindicalistas" portugueses por detrás da retórica de "defesa dos trabalhadores" vendem-se desde que recebam benesses do Estado a ver com os seus próprios interesses.

Uma vergonha.

"... A liberdade sindical implica a liberdade de os trabalhadores constituírem sindicatos para defender os seus interesses. Mas implica também o direito de cada cidadão de não ser forçado a financiar sindicatos de que discorde. A lei actual concede aos sindicatos da função pública benesses que são pagas involuntariamente pelos contribuintes.

As benesses concedidas por lei aos sindicatos acabam por prejudicar os próprios trabalhadores porque permitem que os sindicatos se desliguem das pessoas que supostamente representam.

A partir do momento em que grande parte da actividade sindical é financiada por essas benesses, os sindicalistas deixam de precisar das suas bases de apoio.

E com o tempo, e por causa da assimetria de informação entre os dirigentes especializados em negociações e os restantes trabalhadores, os interesses dos dirigentes sindicais entram em conflito com os dos trabalhadores. Os líderes sindicais passam a usar o poder do sindicato para negociar os seus próprios interesses em detrimento dos interesses dos trabalhadores.

Não é por acaso que a valorização das carreiras sindicais aparece numa negociação sobre a avaliação da função pública. Esse é o tema que mais interessa aos dirigentes sindicais, mas muito provavelmente o que menos interessa ao trabalhador comum."
in DN-140707 - João Miranda


publicado por HomoEconomicus às 11:23
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