Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007
Asneiras

Asneiras - 1

 

A acção da PSP para saber mais sobre a manifestação da Fenprof/CGTP/PCP numa visita próxima do 1º ministro à Covilhã, assim como o conselho para os manifestantes evitarem a ofensa pessoal que cada vez mais substitui a luta política, foi uma grande asneira.

 

É dar aos sindicatos comunistas e aos manipulados pelos mesmos toda a corda para se enforcarem.

 

O facto de se ver dirigentes sindicais e professores aos berros a chamarem nomes ao 1º Ministro (e chamariam a qualquer 1º Ministro que não fosse do PC) apenas destrói ainda mais a imagem e credibilidade dos sindicalistas e professores diante dos portugueses.

 

E como históricamente se tem provado, tais acções só beneficiam as vítimas das mesmas.

 

Algum português gosta que quem faça peixeirada depois seja o professor do seu filho ?

 

Algum português acredita em sindicatos que NUNCA elogiaram qualquer medida de qualquer governo desde o governo do comunista Vasco Gonçalves e NUNCA aceitaram acordos de Concertação Social por estarem a ser comandados pelo PCP ?

 

É deixá-los, coitados.

 

Asneiras-2

 

O Ministério da Educação vai passar para mobilidade especial os professores que pura e simplesmente já não o são, como medida de último recurso.

 

Porque os "professores" nessa situação pouco ou nada fazem mas continuam a receber ordenado pago pelos nossos impostos.

 

Em nenhum outro sector de actividade tal acontece. Quem fica inapto para uma dada função, procura adaptar-se a outra para continuar a sua vida profissional.

 

Os sindicatos (para variar) vieram protestar contra a medida e contra a Ministra.

 

Contra a medida, é o costume ...

 

Contra a Ministra, a ser verdade o que veio na imprensa, têm razão.

 

A Ministra foi imprudente ou revelou alguma estupidez ao prometer o que não iria cumprir, ou seja, que continuassem a existir "professores" que já não são professores mas continuam a receber o ordenado de professores fazendo pouco ou nada na maioria dos casos.

 

Isso naturalmente tinha que acabar, nesta classe profissional ou qualquer outra em situação semelhante.

 

 



publicado por HomoEconomicus às 17:26
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