Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
Parvoíces e estatísticas
Por cá temos tido as parvoíces do costume e dados estatísticos esperados.

Parvoíces

Os sindicatos que são correia de transmissão do PCP como a militância dos seus dirigentes demonstram, continuam no seu papel desde a derrota da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 75.

Perseguem todo e qualquer governo que não seja nem felizmente venha a ser um governo comunista.

O irónico disto tudo é que todas estas actuações dos sindicatos seriam impossíveis se cá estivesse implantado um regime comunista que eles tanto defendem. Basta ver como eram presos, torturados e mortos ou deixados a morrer aqueles que se atrevessem a por em causa o regime da URSS ou dos países da Europa de Leste em geral. E deixemo-nos de tretas ou utopias. Tomara a esses países comunistas terem o nível de vida mesmo português. Claro, lá não havia desigualdades, era tudo pelo mínimo denominador comum.

Mas continuando ...

Os sindicatos no seu desespero de causa parecem querer aprofundar e alargar a luta da peixeirada. A Fenprof começou com as aclamações de "filha da p***" à Ministra da Educação. Agora alargam e já é o 1º Ministro e quem mais vier seja de que partido for desde que não ceda à chantagem comunista.

Tudo isto numa demonstração já comum de falta de carácter e educação (mais grave junto dos que se dizem professores), num desespero de causa por verem perder a sua influência no dia-a-dia, excluindo claro junto dos mais inaptos profissionalmente que procuram ser defendidos pelos sindicatos e os comunistas e afins.

Outra pérola saiu do sindicato dos magistrados, que culpam agora o "ambiente político" por existirem ameaças da extrema-direita contra uma magistrada.

Por "ambiente político" entenda-se "não nos dão todos os privilégios que queremos ter e que o portuga pague".

Dados interessantes

Dados recentes indicam que tivemos a maior contracção salarial na função pública desde 1995.

Mas ...

Continuamos a ser o país europeu no topo dos gastos salariais da função pública em % do PIB e em % do Orçamento de Estado.

Depois queixem-se que não há dinheiro para hospitais, escolas, estradas, portos, equipamentos, etc....

É tudo para salários e demais benesses que os sindicatos queriam que continuassem a crescer automáticamente em bola de neve para levar a aumentos de impostos aos trabalhadores, prejudicando os do sector privado.

Os dirigentes sindicalistas/comunistas que vos expliquem qual era o "sistema salarial" na ex-URSS... que existia para todos os cidadãos desse país excepto, claro, a nomenclatura comunista dirigente da altura.


publicado por HomoEconomicus às 18:50
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