Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.

Domingo, 20 de Janeiro de 2008
E viva a "Revolucion"
A Venezuela começa a dar passos largos rumo ao socialismo e a uma sociedade socialista.

Começa pela falta de bens alimentares ... e o resto virá naturalmente. Nem com petróleo...

"Leite, farinha, arroz e frango «desapareceram»

2008/01/20
Venezuela: problemas de abastecimento alimentar intensificaram-se
 

Os problemas de abastecimento alimentar intensificaram-se nas últimas semanas, com o desaparecimento das prateleiras dos supermercados de produtos como o leite, queijos, ovos, açúcar, farinha de trigo, frango e ovos, entre outros, noticia a Lusa.

A agravar a situação, quando alguns destes produtos reaparecem momentaneamente, os preços de venda são superiores aos fixados pelo Governo, nalguns casos são 40 por cento mais altos que em Dezembro de 2007, altura em que a inflação acumulada, segundo o Banco Central da Venezuela, atingiu os 22,5 por cento."

in portugaldiario.iol.pt


publicado por HomoEconomicus às 23:34
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007
Asneiras do voluntarismo "revolucionário"
Venezuela

A Venezuela de Chavez começa a ser um exemplo de medidas populistas de extrema-esquerda a afundarem um país.

Para lá de discursos de 8 horas e medidas para se autoperpetuar no poder, numa manobra digna de Salazar, Chavez começa a ver os resultados das medidas populistas e despesistas que muitos esquerdistas queriam para cá.

E Portugal nem tem a almofada de vender petróleo a mais de US$80 por barril.

Na Venezuela mesmo com essa almofada as consequências começam a sentir-se, com a moeda a desvalorizar obrigando à criação do "bolívar forte" e a inflação a ultrapassar já os 15%, a maior da America Latina.

O Governo já fala em medidas económicas a tomar ... e se o petróleo desce para os $60 ... $40, as consequências do desgoverno vão ser fortes e acabarão por pagar os que Chavez dizia defender, os mais fracos.

Zimbabwe

No Zimbabwe foi Mugabe a vir com "revolucionarismos", começando por expulsar, agredir e mesmo assassinar os agricultores brancos que tornavam o Zimbabwe no celeiro de África.

Agora temos por exemplo entradas de menus de restaurante com o preço do salário médio de duas semanas de um zimbabwano.

Mas fora desses luxos, coitados deles vítimas da ditadura de Mugabe.

. 4 milhões a necessitarem de ajuda alimentar
. 4 milhões sairam do país ou morreram.
. Inflação perto dos 10.000%
. Lojas vazias.
. 80% de desemprego com os quadros superiores a abandonarem o país, incluindo médicos, engenheiros, etc.
. Esperança média de vida  entre os 30s e os 40s.

É isto o que dão os desvarios "revolucionários" da extrema-esquerda.

E basta olhar para Cuba, Coreia do Norte, ou os antigos países da Comecom para ver o falhanço sócio-económico de economia "socialista" planificada que se auto-destruiu.


publicado por HomoEconomicus às 19:57
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