Comentários e opiniões sobre a actualidade nacional e internacional, económica e não só.
Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
As últimas da criminalidade e da economia
Criminalidade

Nos últimos dias têm-se verificado vários sucessos no âmbito do combate à criminalidade, nomeadamente a captura de vários gangues.

Estranhamente aqueles que gostam muito de levantar o "papão" da criminalidade andam muito caladinhos. Porque será ?

Porque o "papão" da criminalidade é apenas arma de arremesso para atacar os imigrantes.

E o que se tem verificado é que afinal a onda recente de criminalidade é na esmagadora maioria da autoria de portugas e branquinhos.

Azar ...

Relacionado com a criminalidade vem o PNR/FN pedir a libertação dos seus militantes presos. E justificam considerando que os detidos são "presos políticos".

E isto porquê ?

Porque para estas ideologias ameaçar, agredir ou assassinar imigrantes ou portugueses  que não sejam da cor ou religião que agrada a estas ideologias, não é crime. Então na lógica deles é "delito de opinião".

Só que tal é crime em Portugal e em qualquer Estado que naturalmente persiga sociopatas.

Será delito de opinião "ofensa à integridade física qualificada" ? Não, é crime. Também é crime estar na posse de armas sem licença.

Assim como é crime ameaçar de morte magistrados por exemplo.


Economia

O Orçamento de Estado de 2008 parece indicar o bom caminho da situação económica portuguesa, e assim como o Governo actual procurou melhorar o deixado pelo governo de Durão, concerteza se espera que o próximo aprofunde as reformas que levarão Portugal a uma situação económica mais saudável.

É essa a opinião dos economistas portugueses mais reputados e das organizações internacionais europeias e mundiais.

Infelizmente tal é feito com o sacrifício de muitos, porque muitos exageros existiram nos anos anteriores fazendo-nos ficar a viver acima das nossas possibilidades.

Mas teria que ser feito mais cedo ou mais tarde.

Claro que a extrema-esquerda discorda. Para o PCP/BE seria mais Estado e mais Estado, mais défice e mais défice que depois logo se via quem pagava desde que houvesse benesse a todos.

Seria viver sempre acima das possibilidades num Pais das Maravilhas.

Estranho é que o que eles recomendam nunca foi feito nos governos comunistas do ex-Bloco de Leste ou nas poucas ditaduras comunistas ainda existentes.

Como dizia Marx :

"De cada um segundo as suas capacidades; a cada um de acordo com o seu trabalho."

Estamos a falar de contratos individuais de trabalho que os comunistas tanto abominam porque tiram o poder aos seus sindicatos.



publicado por HomoEconomicus às 19:17
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